Blog de notícias com assuntos gerais de propriedade da jornalista Claudia Souza. Entretenimento, artigos, dicas, vídeos e muito mais.
PROGRAMA BALADA DA FADA
sábado, 28 de março de 2020
Prefeitura de São Paulo abre 720 vagas em enfermagem para Hospital de Campanha do Anhembi
Cate e Ade Sampa realizam pré-seleção on-line para empresa que gerenciará unidade voltada a pacientes com coronavírus
A Prefeitura de São Paulo abriu neste sábado, 28 de março, processo seletivo on-line para mais 720 vagas na área de enfermagem, sendo 504 para técnico de enfermagem e 216 para enfermeiro hospitalar. As inscrições encerram nesta segunda-feira (30), às 14h, ou até o preenchimento das vagas para os profissionais que irão trabalhar por 90 dias no hospital de campanha que está sendo construído no Complexo do Anhembi. Para se inscrever é necessário acessar o site www.tinyurl.com/hospitalanhembi e anexar o currículo atualizado.
Em virtude da urgência na contratação dos profissionais, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho disponibilizou, além dos técnicos do Cate – Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismos, analistas da Ade Sampa – Agência São Paulo de Desenvolvimento, para a análise dos currículos na primeira fase e encaminhamento para a entidade gestora do hospital, que realizará prova e entrevista presencial.
“Na primeira seleção, finalizada sexta-feira (27), em menos de 24 horas recebemos mais de 1.800 inscrições. Além dessas novas oportunidades, ainda existem vagas remanescentes para fisioterapeuta hospitalar, técnico de farmácia, técnico em gasoterapia e oficial de manutenção”, explica a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.
Será exigida a formação completa em níveis técnico e superior em enfermagem e pelo menos seis meses de experiência na área hospitalar.
Durante o processo seletivo será informado o salário, benefícios e horários de trabalho para as equipes a serem formadas.
sexta-feira, 27 de março de 2020
CORONAVÍRUS: Médicos oferecem consultas gratuitas e on-line para esclarecimento
Missão Covid reúne médicos e pacientes em consultas gratuitas
Healthtech tem orientação médica através da telemedicina
Nas última semana, os médicos criadores do Médico do Futuro, Leandro Rubio (cardiologista) e Raphael Brandão (oncologista), e Cristiano Kanashiro, da consultoria de inovação digital GO.K, trabalharam a todo vapor para colocar no ar a plataforma digital Missão Covid (www.missaocovid.com.br).
Presente em todo o país, a iniciativa 100% digital conecta gratuitamente médicos voluntários a pessoas com dúvidas sobre o coronavírus ou que apresentem alguns sintomas e não sabem se devem ou não se dirigir ao hospital. É possível ver um exemplo de atendimento no Instagram @missaocovid. A plataforma já reúne mais de 200 médicos cadastrados, e dezenas de atendimentos por hora.
A orientação médica por telemedicina visa não sobrecarregar ainda mais o sistema de saúde pública e particular, por isso é realizada de forma remota e virtual. Na semana passada, o Conselho Federal de Medicina (CFM) encaminhou um ofício ao Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, em que informa sua decisão de reconhecer a possibilidade do uso da telemedicina no País, além do que está estabelecido na Resolução CFM nº 1.643/2002, que continua em vigor. A decisão vale em caráter excepcional e enquanto durar o combate à epidemia de COVID-19. “Obviamente que se o paciente apresentar sinais e sintomas que indiquem avaliação médica presencial, ele será orientado a ir ao hospital”, explica Rubio.
Segundo o médico, são nesses momentos de crise que a colaboração e a humanização fazem toda a diferença. “Nós queremos e vamos entregar assistência e impactar a saúde do nosso país nesse momento tão importante”, conclui. Sobre os bots online que realizam testes em que a pessoa pode checar se está ou não com o novo coronavírus, Rubio afirma que eles não são atestados por nenhum estudo ou instituição. "Além disso, nada substitui o contato humano", diz.
“Estamos utilizando um projeto de inovação para diminuir o impacto no sistema de saúde brasileiro. Temos uma grande missão voluntária e humanitária de ajudar a população brasileira, por isso focamos todo o nosso time no desenvolvimento dessa plataforma dos últimos dias”, diz Cristiano Kanashiro, CEO da GO.K. "Outro ponto importante é que, a partir de dados e informações coletados na plataforma, poderemos mapear os principais pontos do COVID19 para munir as autoridades e a população com mais informações", completa.
Sobre a Go.K
Consultoria de inovação digital que há dez anos trabalha em parceria com os clientes para desmistificar o mundo digital, conduzindo-os à inovação tecnológica por meio de estratégias disruptivas e assertivas. Atua desde a estratégia do negócio, concepção, desenvolvimento, execução dos projetos digitais até a gestão da operação no dia a dia. É a responsável pelos principais projetos de inovação digital do mercado de empresas que atuam em diversas indústrias como Pernambucanas, Coca-Cola, Grupo Avenida, JSL, Energisa, Hypermarcas, COTY e Ajinomoto. Capitaneada por Cristiano Kanashiro, CEO e especialista em inovação digital, a empresa carrega a visão integrada de negócio sustentada em três pilares: estratégia, experiência e tecnologia. www.gok.digital
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
Dia Nacional de Combate às Drogas: psiquiatra alerta sobre o risco da automedicação
Estudo da Fiocruz aponta que uso de medicamentos sem prescrição médica está em segundo lugar no ranking do consumo de substâncias que causam dependência; aumento do uso indiscriminado de opioides preocupa psiquiatras
Amanhã (20 de fevereiro) é Dia Nacional de Combate às Drogas. Nessa ocasião, muito se fala sobre o uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína. Esses são certamente um sério problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro.
No entanto, a data também é uma oportunidade de debater sobre a automedicação de substâncias que também promovem dependência, tais como o uso de benzodiazepínicos, anfetaminas para emagrecer, indutores do sono e analgésicos.
O 3º Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e divulgado em agosto do ano passado, apontou que o uso de medicamentos está em segundo lugar no ranking do consumo de substâncias legais e ilegais que causam dependência – perde apenas para a maconha.
O estudo é o levantamento nacional mais recente sobre drogas realizados em território nacional. Participaram da pesquisa até mesmo moradores de municípios de pequeno porte e de zonas de fronteira, por exemplo. Os entrevistados foram questionados a respeito do uso e do abuso de numerosas substâncias: tabaco, álcool, cocaína, maconha, crack, solventes, heroína, ecstasy, tranquilizantes benzodiazepínicos (diazepam, clonazpam, alprazolam), esteroides anabolizantes, sedativos barbitúricos, estimulantes anfetamínicos, analgésicos opiáceos, anticolinérgicos, LSD, quetamina, chá de ayahuasca e drogas injetáveis.
Os entrevistados responderam fazer uso dos analgésicos opiáceos e dos tranquilizantes benzodiazepínicos. Nos 30 dias anteriores à pesquisa eles foram consumidos de forma não prescrita, ou de modo diferente àquele recomendado pela prescrição médica, por nada menos que 0,6% e 0,4% da população brasileira, respectivamente.
Outro estudo, encomendado ao Instituto DataFolha pelo Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CFF), apontou que tomar remédio por conta própria é um hábito comum de 77% dos brasileiros. Quase metade (47%) afirmou se medicar sem prescrição médica pelo menos 1 vez por mês, sendo que 25% dos entrevistados disseram que usam remédios sem a consulta de um profissional uma vez por semana ou todo dia.
Para a psiquiatra Alessandra Diehl esse resultado demonstra um padrão de risco e requer alerta. "A automedicação é um fenômeno preocupante e bastante comum na nossa cultura. A busca de um alívio imediato pode retardar um adequado diagnóstico e consequentemente uma resolução adequada de um quadro clínico. Vivemos em uma sociedade que tem pressa e não parece suportar qualquer dor e frustração. Acho que é muito dentro deste contexto que as medicações prescritas podem gerar automedicação e abuso", diz Alessandra.
Ela acrescenta que muito embora originalmente comercializados como alternativas seguras aos benzodiazepínicos (os quais conhecidamente causam dependência), há uma grande preocupação clínica em relação ao uso do zaleplon, zolpidem e zopiclone ("drogas- Z") em relatos científicos nos últimos anos. “Esse medicamento, que para muitos parece inofensivo e visto como um aliado para driblar a insônia, possui efeito sedativo e hipnótico. Muitos casos de uso indevido de zolpidem vem sendo relatado na literatura até o momento. Na maioria deles, já havia um histórico de abuso de álcool ou drogas. As pesquisas revelam que as pessoas que tomam o medicamento podem ter sonambulismo, crescente prejuízo cognitivo, principalmente de memória e, sobretudo, tolerância e consequente dependência”, afirma Alessandra Diehl.
Diante das evidências científicas, o FDA, agência reguladora de alimentos e remédios dos Estados Unidos da América (EUA), passou a alertar a comunidade médica e aos pacientes sobre os efeitos colaterais dos Z - compostos desde 2013. Deve-se tomar cuidado ao prescrever essas moléculas, especialmente para pacientes com doenças psiquiátricas e / ou histórico de abuso de drogas. “Recomendamos a necessidade de investir em atividades pró-ativas de farmacovigilância para detectar, entender e melhor prevenir prontamente qualquer possível potencial de uso indevido dos medicamentos prescritos”, alerta Alessandra Diehl.
Na opinião dela, o aumento na prescrição de opioides nos últimos anos também tem sido frequentemente associado à utlilização dessa classe de medicamentos sem orientação médica. A carga considerável para a sociedade imposta pelo uso indevido e abuso dessas drogas se deve em grande parte aos custos monetários associados ao uso sem a prescrição de um especialista, diminuição da produtividade econômica e efeito indireto no acesso a cuidados de saúde adequados.
“O uso indevido de opioides é um importante problema de saúde pública nos EUA e no Canadá, sobretudo em adolescentes e adultos jovens. O uso indevido de medicamentos opióides está associado a consequências evitáveis à saúde (por exemplo, depressão respiratória grave, convulsões, insuficiência cardíaca e morte). Cerca de 14% dos adolescentes norte-americanos fazem uso indevido de opioides. Adolescentes que relataram uso indevido de opioides prescritos têm maior probabilidade de se envolver em uma ampla gama de comportamentos de risco. Os prestadores de cuidados de saúde que rastreiam o uso indevido de opioides prescritos podem estar em situação privilegiada para identificar esses jovens de alto risco e iniciar intervenções precoces. Os casos relatados no exterior servem de base para conscientizar a população e os médicos brasileiros sobre a utilização indevida dos opioides”, finaliza Alessandra Diehl.
Amanhã (20 de fevereiro) é Dia Nacional de Combate às Drogas. Nessa ocasião, muito se fala sobre o uso indevido de substâncias como álcool, cigarro, crack e cocaína. Esses são certamente um sério problema de saúde pública de ordem internacional que preocupa nações do mundo inteiro.
No entanto, a data também é uma oportunidade de debater sobre a automedicação de substâncias que também promovem dependência, tais como o uso de benzodiazepínicos, anfetaminas para emagrecer, indutores do sono e analgésicos.
O 3º Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas, coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e divulgado em agosto do ano passado, apontou que o uso de medicamentos está em segundo lugar no ranking do consumo de substâncias legais e ilegais que causam dependência – perde apenas para a maconha.
O estudo é o levantamento nacional mais recente sobre drogas realizados em território nacional. Participaram da pesquisa até mesmo moradores de municípios de pequeno porte e de zonas de fronteira, por exemplo. Os entrevistados foram questionados a respeito do uso e do abuso de numerosas substâncias: tabaco, álcool, cocaína, maconha, crack, solventes, heroína, ecstasy, tranquilizantes benzodiazepínicos (diazepam, clonazpam, alprazolam), esteroides anabolizantes, sedativos barbitúricos, estimulantes anfetamínicos, analgésicos opiáceos, anticolinérgicos, LSD, quetamina, chá de ayahuasca e drogas injetáveis.
Os entrevistados responderam fazer uso dos analgésicos opiáceos e dos tranquilizantes benzodiazepínicos. Nos 30 dias anteriores à pesquisa eles foram consumidos de forma não prescrita, ou de modo diferente àquele recomendado pela prescrição médica, por nada menos que 0,6% e 0,4% da população brasileira, respectivamente.
Outro estudo, encomendado ao Instituto DataFolha pelo Conselho Regional de Farmácia de São Paulo (CFF), apontou que tomar remédio por conta própria é um hábito comum de 77% dos brasileiros. Quase metade (47%) afirmou se medicar sem prescrição médica pelo menos 1 vez por mês, sendo que 25% dos entrevistados disseram que usam remédios sem a consulta de um profissional uma vez por semana ou todo dia.
Para a psiquiatra Alessandra Diehl esse resultado demonstra um padrão de risco e requer alerta. "A automedicação é um fenômeno preocupante e bastante comum na nossa cultura. A busca de um alívio imediato pode retardar um adequado diagnóstico e consequentemente uma resolução adequada de um quadro clínico. Vivemos em uma sociedade que tem pressa e não parece suportar qualquer dor e frustração. Acho que é muito dentro deste contexto que as medicações prescritas podem gerar automedicação e abuso", diz Alessandra.
Ela acrescenta que muito embora originalmente comercializados como alternativas seguras aos benzodiazepínicos (os quais conhecidamente causam dependência), há uma grande preocupação clínica em relação ao uso do zaleplon, zolpidem e zopiclone ("drogas- Z") em relatos científicos nos últimos anos. “Esse medicamento, que para muitos parece inofensivo e visto como um aliado para driblar a insônia, possui efeito sedativo e hipnótico. Muitos casos de uso indevido de zolpidem vem sendo relatado na literatura até o momento. Na maioria deles, já havia um histórico de abuso de álcool ou drogas. As pesquisas revelam que as pessoas que tomam o medicamento podem ter sonambulismo, crescente prejuízo cognitivo, principalmente de memória e, sobretudo, tolerância e consequente dependência”, afirma Alessandra Diehl.
Diante das evidências científicas, o FDA, agência reguladora de alimentos e remédios dos Estados Unidos da América (EUA), passou a alertar a comunidade médica e aos pacientes sobre os efeitos colaterais dos Z - compostos desde 2013. Deve-se tomar cuidado ao prescrever essas moléculas, especialmente para pacientes com doenças psiquiátricas e / ou histórico de abuso de drogas. “Recomendamos a necessidade de investir em atividades pró-ativas de farmacovigilância para detectar, entender e melhor prevenir prontamente qualquer possível potencial de uso indevido dos medicamentos prescritos”, alerta Alessandra Diehl.
Na opinião dela, o aumento na prescrição de opioides nos últimos anos também tem sido frequentemente associado à utlilização dessa classe de medicamentos sem orientação médica. A carga considerável para a sociedade imposta pelo uso indevido e abuso dessas drogas se deve em grande parte aos custos monetários associados ao uso sem a prescrição de um especialista, diminuição da produtividade econômica e efeito indireto no acesso a cuidados de saúde adequados.
“O uso indevido de opioides é um importante problema de saúde pública nos EUA e no Canadá, sobretudo em adolescentes e adultos jovens. O uso indevido de medicamentos opióides está associado a consequências evitáveis à saúde (por exemplo, depressão respiratória grave, convulsões, insuficiência cardíaca e morte). Cerca de 14% dos adolescentes norte-americanos fazem uso indevido de opioides. Adolescentes que relataram uso indevido de opioides prescritos têm maior probabilidade de se envolver em uma ampla gama de comportamentos de risco. Os prestadores de cuidados de saúde que rastreiam o uso indevido de opioides prescritos podem estar em situação privilegiada para identificar esses jovens de alto risco e iniciar intervenções precoces. Os casos relatados no exterior servem de base para conscientizar a população e os médicos brasileiros sobre a utilização indevida dos opioides”, finaliza Alessandra Diehl.
Yamá Cosméticos anuncia parceria com o salão Circus Hair para o Carnaval
Um dos salões mais procurados pelo público mais moderno da capital, o Circus Hair é especializado nas colorações fantasia - que tem feito a cabeça de cada vez mais pessoas de todas as idades. A iniciativa pretende mostrar que a mudança na cor dos fios não causa danos aos cabelos, já que a linha Yamá Fashion Color é isenta de amônia na formulação e contém Arginina para tratar as madeixas.
A ação de marketing será promovida pelas redes sociais especificamente para o público paulistano e escolherá um fã da marca para participar da transformação - que, além dos cabelos, ainda inclui maquiagem para o carnaval. Dois colaboradores da Yamá Cosméticos também passarão pela transformação. Os resultados finais poderão ser conferidos no Instagram da Yamá Cosméticos e do Circus Hair.
Sobre a Yamá
Fundada em 1967, a Yamá Cosméticos dispõe de um portfólio completo de produtos para tratamento e cuidado capilar. Conta com mais de 250 itens, sendo a marca Yamasterol uma das mais conhecidas e queridas dos nossos consumidores.
domingo, 13 de outubro de 2019
Colorindo com a Turma da Democracia
No Dia da Criança (12 de outubro), o TSE apresenta o tema de forma lúdica e convida a garotada a conhecer melhor os personagens e temas da campanha
Para marcar o Dia da Criança, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) preparou duas publicações digitais do tipo "livro para colorir" com os personagens da Turma da Democracia. ”Todo dia deveria ser Dia das Crianças, assim como queremos #DemocraciaTodoDia. Foi assim que reunimos os dois temas para celebrar a data e abordar de forma lúdica uma questão tão complexa e importante”, explica Ana Cristina Rosa, assessora-chefe de Comunicação do TSE.
Em formato-padrão (tamanho A4, arquivo PDF) e de fácil impressão em equipamento residencial, o material foi disponibilizado no Portal do Tribunal e amplamente divulgado nas redes sociais da Justiça Eleitoral. Uma versão do livro para colorir apresenta cada personagem da Turma; já a outra traz situações em que vivemos a democracia em nosso cotidiano.
Na divulgação das redes sociais, os pais são convidados a publicar fotos dos desenhos de seus filhos e marcar com #DemocraciaTodoDia para ilustrar o Mosaico da Democracia.
Os materiais também serão usados em um evento no dia 15 de outubro, quando o Tribunal abrirá suas portas para 70 crianças que vão visitar o Museu, a biblioteca e participar de atividades lúdicas na sede do TSE em Brasília.
SERVIÇO
Os livros para colorir podem ser baixados a partir dos seguintes links:
Livro de colorir n.1
Livro de colorir n.2
Assista ao vídeo da Turma da Democracia
Conheça o Mosaico da Democracia
Faça parte do Mosaico da Democracia:
Faça um post público em qualquer plataforma de rede social (Facebook, Instagram, Twitter ou Youtube) falando sobre como a democracia está presente em nossa vida. Por exemplo, uma foto de uma das ilustrações da Turma da Democracia colorida por você ou por uma criança, junto com o texto exaltando a democracia.
Marque o post com a #DemocraciaTodoDia e fique de olho no Mosaico. Fazemos atualizações semanais.
Tags:
#Campanha
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Faça um post público em qualquer plataforma de rede social (Facebook, Instagram, Twitter ou Youtube) falando sobre como a democracia está presente em nossa vida. Por exemplo, uma foto de uma das ilustrações da Turma da Democracia colorida por você ou por uma criança, junto com o texto exaltando a democracia.
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domingo, 22 de setembro de 2019
10 dicas de segurança para quem usa transporte público
Em 22 de setembro é comemorado o Dia Mundial sem Carro. A data é celebrada em várias cidades pelo mundo e tem como objetivo estimular uma reflexão sobre o uso excessivo do automóvel e as possibilidades amplas dos meios de locomoção coletivos.
O especialista em segurança do GRUPO GR, Rogério Rodrigues, dá algumas dicas para evitar assaltos no ponto de ônibus, na saída do metrô e dentro desses transportes. Confira abaixo.
10 DICAS DE SEGURANÇA DO GRUPO GR PARA QUEM USA TRANSPORTE PÚBLICO
- No transporte público, evite viajar em ônibus ou vagões vazios;
- Nunca deixe o celular à mostra;
- Não use celular em bolsos, pois permite que os assaltantes possam furtá-lo com facilidade; - Para evitar chamar atenção, coloque seu aparelho no modo vibratório ou silencioso;
- No metrô, caso esteja próximo a porta, evite pegar o celular quando o carro parar em uma estação. O assaltante espera esse exato momento para agir, e você poderá ficar sem o aparelho;
- Não espere o ônibus em paradas desertas e mal iluminadas;
- No ponto de ônibus, evite ao máximo usar o celular. Pessoas de bicicletas estão agindo nessas áreas e roubando aparelhos em segundos;
- Em ônibus com poucos passageiros, sente-se próximo ao motorista ou cobrador;
- Evite atender ligações ou usar o celular enquanto está em taxis ou transportes individuais, principalmente parados no trânsito. Os assaltantes estão cada vez mais ousados e mesmo com vidros fechados, utilizam armas de fogo para abordar as pessoas;
- Além de tomar precauções, também é possível fazer um seguro, o que costuma ser viável para celulares novos e de alto valor. Deve-se, porém, atentar para a cobertura, pois muitos contratos não abrangem furtos simples, somente roubos.
Sobre o GRUPO GR (www.grupogr.com.br)
O GRUPO GR é hoje uma das empresas mais consolidadas no setor de segurança privada e terceirização de serviços. Com 25 anos de atuação e presente em 12 Estados, o GRUPO GR tem um sistema rigoroso de treinamento (teórico, físico e comportamental) que envolve técnicas de aperfeiçoamento operacional, postura e comportamento, modernos conceitos, treinamento nas áreas de segurança, portaria, recepção e limpeza.
Seu principal objetivo está em oferecer soluções customizadas e integradas que aumentem a produtividade e reduzam custos. A empresa promove a capacitação e a reciclagem permanente de seus funcionários, também instruídos através de simulações variadas para solucionar uma tentativa de assalto ou invasão, situações atípicas como ocorrências e possíveis falhas na segurança (equipamentos e fator humano) e procedimentos em casos de emergência.
Além disso, conta também com serviços de Segurança Eletrônica, sempre atenta às novas tecnologias de prevenção e proteção de pessoas e patrimônios.
quinta-feira, 19 de setembro de 2019
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